Gestão e Marketing Esportivo

por João Henrique Areias

Crise econômica põe fim a projeto da Ulbra

A crise econômica e problemas judiciais frearam o principal projeto esportivo de instituição de ensino do país. A Ulbra (Universidade Luterana do Brasil) decretou o fim, sucessivamente, de suas equipes de futsal, basquete e atletismo. Manteve-se no vôlei e no futebol - neste último, disputa o Campeonato Gaúcho e tenta vaga na Série D do Campeonato Brasileiro.

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Dentro dessa reportagem tem essa caixa de texto:
"SOMENTE ATLETAS PRONTOS

Embora existam no país universidades que investem no esporte de alto rendimento, essas instituições, com raras exceções, não formam os seus atletas. Já os contratam 'prontos" para compor as suas equipes. De acordo com o advogado especializado em direito esportivo, Gustavo Oliveira, isso faz com que as universidades não tenham apelo público para recorrerem a alternativas semelhantes a dos clubes.

Neste mês, um grupo deles lançou o Conselho dos Clubes Formadores de Atletas Olímpicos com o objetivo de pleitear parte da verba destinada ao esporte pela Lei Piva. "Para não ficarem nesse vácuo de recursos públicos, as universidades teriam que compor um raciocínio diferente do que têm hoje em relação ao esporte e se comprometerem com mudanças no modelo", diz Oliveira.

A Lei Piva determina que, do montante que o Comitê Olímpico Brasileiro recebe proveniente das loterias, 5% seja destinado ao esporte universitário. Porém a verba tem como objetivo fomentar a prática esportiva nas instituições, não financiar equipes profissionais. A lei de incentivo também é de difícil alcance. Projetos de proponentes com fins lucrativos não são aprovados."

Tags: Esporte, Universitário

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Respostas a este tópico

Lamentável! ainda mais agora que se questiona a capacidade e viabilidade dos clubes em continuarem exercendo o papel de agentes formadores de atletas. Eu particulrmente defendo a tese que politicas publicas de fomento e de incentivo deveriam direcionar este encargo às instiuições de ensino : fundamenteal, médio e superior.

O problema é que tal compromisso não interessa às intituições educacionais pois não existe nenhum amparo principalmente incentivo, especialmente este ultimo que talvez seja o o mais importante, porque o Estado não precisa fomentar integralmente, mas tem a obrigação de incentivar a pratica formadora que é se suma importância não só do ponto de vista desportivo mas também social.

Todavia é preciso se fazer uma critica às Ffaculdades e Universidades particulares, pois as mesmas reclamam de problemas financeiros mas por sua vez nada fazem no sentido de fidelizarem seus alunos e evitar o exôdo que acaba ocasionando a queda de receita. Elas preferem cobrar preços absurdos a titulo de mensalidade e manterem turmas com 15 alunos do que cobrarem valores mais acessiveis e terem nestas mesmas turmas de 35 ou 40 alunos, esta plitica é uma coisa que não consigo entender.

José Luiz - BH
E partir deste pressuposto de que a instituição não tem dinheiro, poucas investem em projetos esportivos deixando esta incumbência aos clubes que já demosntraram não terem competência suficiente para tanto.

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