Gestão e Marketing Esportivo

por João Henrique Areias

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Naming Rights

Grupo para discutir um pouco sobre esta ferramenta do marketing esportivo que começa a dar as caras no Brasil, devido a construção/reforma de vários estádios no país visando a Copa de 2014.

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Naming Rights no Brasil - Esqueceram de combinar com a mídia

Bom artigo sobre naming rights publicado na Revista Meio & Mensagem - contribuição do Rodrigo Calvoso.



Fórum de discussão

Edwin Nicolaas Asberg

Cases no Brasil

Iniciado por Edwin Nicolaas Asberg. Última resposta de Marcus V. B. de Almeida 7 Mar, 2009. 2 Respostas

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João Roberto Zarif Conde Comentário de João Roberto Zarif Conde em 19 agosto 2011 às 17:40

Cara não é exatamente sobre Naming Rights, mas fala rapidamente sobre: http://www.youtube.com/watch?v=dOZT8Ht4PlY

O vídeo explica rapidamente o Heinz Field, que é o estádio do Pittsburg Stellers. Acho esse o melhor caso de Naming Rights, pois o estádio é apelidado de "O grande pote de mostarda", devido as cores do Stellers, com todos sacudindo no ar as toalhas amarelas. A Heinz, fabricante de mostard, acertou em cheio em patrocinar o estádio, que há mais de 25 anos está com todos os ingressos esgotados nos jogos. Deve ter alguns vídeos melhores falando sobre a Heinz Field, mas não procurei muito, espero que ajude, abraço

 

José Martins Comentário de José Martins em 19 agosto 2011 às 17:13
Boa Tarde amigos, estou precisando de um VIDEO em portugues SOBRE NAMING RIGHTS para apresentação na aula de pós-graduação, consegui algumas informações escritas, mas gostaria também de apresentar um video comentando sobre o assunto, gostaria de saber se alguém tem alguma indicação?

Desde já agradeço a atenção
Marcio Estanislau Comentário de Marcio Estanislau em 25 outubro 2010 às 17:49
Trabalhei 3 anos em um grande jornal de esportes . Nele pude presenciar esse fato.

Os repórteres são orientados a não escrever os nomes das empresas.

Vou citar um exemplo:

Durante a Copa Santander Libertadores, os reporteres sempre que houvesse matéria do evento escreviam Copa Libertadores. Porém o Santander, além de adquirir o nome do evento, teve que investir mais dinheiro para que seu nome fosse divulgado. Fechou algumas ações com o jornal.

Somente assim o nome COPA SANTANDER LIBERTADORES passou ser escritos em matérias sobre o evento.

Aí sai caro, né?!!!
Rubens Fava Comentário de Rubens Fava em 25 outubro 2010 às 17:30
Belo artigo Rodrigo.
Bruno Mendes Comentário de Bruno Mendes em 4 março 2009 às 9:49
http://maquinadoesporte.uol.com.br/v2/noticias.asp?id=12407



TERÇA-FEIRA, 3 DE MARÇO DE 2009 - 19h12

Banco veta naming right para Yankees

REDAÇÃO
Da Máquina do Esporte, em São Paulo

Nem mesmo uma das maiores franquias do esporte norte-americano conseguiu fazer o Bank of America investir pesado no setor. Ameaçado de uma nacionalização pelo governo de Barack Obama, a instituição financeira desistiu oficialmente da possibilidade de adquirir os naming rights do novo estádio do New York Yankees.

"Nós podemos confirmar que em janeiro nós concluímos a nossa negociação com eles, e estávamos bem perto de acertar. Estamos falando de uma parceria única, mas tempos sem precedentes como esses exigem decisões difíceis", disse Joe Goode, porta-voz do Bank of America.

Segundo o "Sports Business Journal", o acordo entre a instituição e a franquia mais poderola da Major League Baseball (MLB) seria o maior do tipo. Atualmente, New York Mets e New Jersey Nets possuem parcerias com Citibank e Barclays, respectivamente, ambos por US$ 20 milhões (R$ 48,8 mi).
Bruno Mendes Comentário de Bruno Mendes em 16 fevereiro 2009 às 9:38
http://maquinadoesporte.uol.com.br/v2/noticias.asp?id=12275

QUINTA-FEIRA, 12 DE FEVEREIRO DE 2009 - 18h09

Kia terá naming right da Copa do Brasil

GUSTAVO FRANCESCHINI
Da Máquina do Esporte, em São Paulo

A Copa do Brasil terá, pela primeira vez em sua história, um patrocinador com os naming rights do torneio. A Traffic, que comercializa a competição, acertou com a Kia Motors, que vai, a partir de 2009, inserir seu nome no título do principal torneio de clubes mata-mata do país.

"Nós pensamos nesse modelo e conseguimos a aprovação da Confederação Brasileira de Futebol [CBF], e aí fomos ao mercado e conseguimos êxito com a Kia", disse Eduardo Barrieu, diretor comercial e de marketing da Traffic, que coordenou o processo.

Além da montadora, que aproveitará o potencial regional da Copa do Brasil para promover suas concessionárias pelo país, outras cinco empresas renovaram a parceria. Visa, Embratel, Rodobens, 51 e Vipal vão manter o apoio à competição, com as duas primeiras como principais e as demais como secundárias.

As ações de ativação no gramado vão envolver, principalmente, a implantação de um tapete no centro no gramado e publicidade inflável e nos corners, além de ações antes e no intervalo das partidas. Regionalmente, o marketing de relacionamento também deve ser bem explorado. A Kia, por exemplo, deve distribuir ingressos para as suas concessionárias e, consequentemente, para os clientes.

O sucesso de vendas tem a ver com a resposta que a Traffic obteve do mercado no ano passado. Segundo Barrieu, uma pesquisa encomendada à Informídia analisou as patrocinadoras em 15 dos 128 jogos disputados, e percebeu um retorno de 14 vezes mais que o valor investido.

Será, no entanto, apenas a segunda experiência do tipo na história do futebol brasileiro. Em 2002, a Visa nomeou o Campeonato Brasileiro, mas desistiu do negócio já no ano seguinte. Um dos principais motivos para a rejeição, a recusa da Globo em citar o nome dos patrocinadores, não deve ser um empecilho desta vez.

"Ela é a nossa principal parceira de TV, mas não tem o poder de intervir nas negociações. Eles não falam porque é uma postura deles, mas o que está na arena vai para o ar. Acho que o mercado agora está muito mais preparado para isso", disse Barrieu.

No ano passado, a Globo vetou uma proposta do Banco do Brasil, que pretendia nomear os três próximos Campeonatos Brasileiros. Responsável pela comercialização do evento, a emissora usou o seu direito de recusa por ter o Itaú como cotista de sua programação. Como não participa do processo em relação à Copa do Brasil, a rede carioca terá de aceitar a novidade da Kia.

"Nós já passamos por esse conflito antes. Nós já tivemos a Marabrás como parceira, enquanto as Casas Bahia é que apoiam a Globo. Não existe problema nenhum", disse Barrieu, ressaltando que a Volkswagen é patrocinador do futebol na emissora.
Edwin Nicolaas Asberg Comentário de Edwin Nicolaas Asberg em 2 fevereiro 2009 às 20:22
Felipe,
no caso do Grêmio, se a entidade quer mesmo vender o nome do estádio para um empresa acho que a estratégia de pré-batizar a instalação de GRÊMIO ARENA está equivocada.
Os torcedores vão estar acostumados a chamar o estádio de GRÊMIO ARENA e depois vai ser dificil rebatizá-la com outro nome, ainda mais de uma empresa (há um certo receio das pessoas com a publicidade e propaganda que as julgam ser "excessiva").
Se não me engano o mesmo aconteceu com o Atlético. Os dirigentes já chamavam de ARENA DA BAIXADA o estádio. Aí quando ela virou a KYOCERA ARENA quase ninguém a chamou assim. Seriam necessárias grandes ações paralelas para ativar este patrocínio. E isto significa gastar mais dinheiro.
Abraços...
Paulo Farias Comentário de Paulo Farias em 2 fevereiro 2009 às 20:03
Olá pessoal,


Esse tipo de prática é bastante comum no Brasil sim, uma pena que não seja no âmbito esportivo.
Aqui no Rio de Janeiro por exemplo tem uma casa de espetáculos que já foi chamada de ATL Hall, Claro Hall, Citibank Hall etc...
Não sei se reformas estruturais que visam dar mais conforto ao consumidor foram de fato realizadas com a mudança de gestão da casa, mas com certeza é uma "jogada" de marketing que traz bastante retorno institucional ao seus patrocinadores, já que agregam a sua marca a um produto cultural muitas vezes de qualidade.

Na área esportiva com vocês sabem ainda estamos engatinhando, a bem pouco tempo atrás a prefeitura do Rio "cedeu" a arena do Pan para o HSBC, que pelo que eu sei só fez até hoje meia dúzia de shows do Roberto Carlos.

Deveriam estipular alguma contrapartida esportiva e social para este tipo de contrato, não acham??

Abraços a todos.
Felipe Cardoso Barbosa Comentário de Felipe Cardoso Barbosa em 19 janeiro 2009 às 3:51
Bom, o estadio do Atletico-PR nao era chamado de Kyocera Arena nem pelos meio de comunicacao!! A solucao do time americano, me parece ser mais adequada a realidade do torcedor brasileiro... eu vejo nossos torcedores mais parecidos com o italiano e espanhol. Dos grandes clubes desses paises, nao me vem no momento nenhum estadio com o nome de uma empresa.

Nem tudo pode ser como eh fora daqui. Algumas caracteristicas da cultura do torcedor devem ser mantidas. O Gremio ira construir sua arena... por enquanto o nome eh GREMIO ARENA. Nao sei se vai ter o nome de alguma empresa depois. Mas eu tenho CERTEZA que os torcedores a chamarao de Gremio Arena... e nao EMPRESA ARENA.

A Kyocera terminou com a parceria com o Atletico-PR. O proximo parceiro, ira por seu nome no estadio que eh conhecido por todos como Arena da Baixada?
Bruno Mendes Comentário de Bruno Mendes em 7 janeiro 2009 às 9:08
http://maquinadoesporte.uol.com.br/v2/noticias.asp?id=11871

Corinthians e LusoArenas selam parceria

REDAÇÃO
Da Máquina do Esporte, em São Paulo

Colocado à margem dos planos do Corinthians nos últimos anos, o Estádio Alfredo Schürig, a Fazendinha, será transformado em uma arena multiuso. O clube uma anunciou parceria, que será oficializada na próxima quinta-feira, com a LusoArenas para um plano completo de reforma e gestão do local.

Pelo contrato, a multinacional portuguesa será a responsável por angariar recursos financeiros para as obras, que devem ser iniciadas na segunda semana de janeiro. O clube contará ainda com a ajuda da empresa para a definição do projeto mais adequado de reforma, escolha da construtora para as obras e, posteriormente, na gestão comercial do estádio.

"O principal objetivo é ser um verdadeiro parceiro do clube, disponibilizando nossa experiência e a de nossos associados exclusivos para o Brasil para assegurar que o Corinthians tome as decisões mais vantajosas a respeito do projeto, além da escolha correta da solução financeira, eleição da construtora ideal para a realização dos trabalhos e futura gestão do estádio", afirmou Antônio Espírito Santo Bustorff, presidente da empresa.

Além de abrigar as partidas corintianas durante a reforma do Estádio do Pacaembu, a Fazendinha será modernizada para se tornar mais uma fonte de renda para o clube, com a realização de shows e eventos.

"A tendência mundial dos estádios é que eles se tornem arenas multiuso. Com a Fazendinha, não faremos diferente. O estádio será preparado para receber, além de jogos de futebol, shows periodicamente. Isso o tornaria uma fonte rentável para o clube", disse Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians.
 

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